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Esta é uma área especializada que não se compadece com “desenrasques e soluções caseiras”. Portanto se não gosta de embarcar em aventuras e correr riscos desnecessários, contacte-nos e informe-se sem compromisso. Deixe as “aventuras” só para os filmes! Na vida real, “serviços menores” ou “reduzido ao mínimo e mais barato”, significam menor espectáculo, logo menos êxito junto do público, condenando a iniciativa a muito curto prazo. Por outro lado, já sabe o que significa “preços baixos” – aqueles prestadores de serviços sem escrúpulos que não dispondo de um serviço personalizado e global de qualidade para oferecer, tentam convencer os incautos que economizam e fazem bom negócio, obtendo o mesmo serviço por menos dinheiro – o que é completamente falso!

Saiba que, a actividade cinematográfica profissional mudou radicalmente com a digitalização da exibição e está bem definida e regulamentada pelo que nada tem que ser reinventado. Por último, é indesejado e inaceitável qualquer retrocesso com serviços de inferior qualidade, quando essa fase foi uma luta difícil de ultrapassar nas últimas décadas, pois o difícil é fazer tudo correctamente respeitando a obra, o organizador e o público. Isto porque, uma boa exibição, valoriza e promove a iniciativa, o contrário, só a prejudica e pode-a até destruir precocemente. Pior, uma boa opinião pública é difícil de construir e manter, já as más-línguas chegam hoje imediatamente a todo o lado através das redes sociais.

CINEMA, UMA ARTE MUITO IMITADA...

Simplificamos e optimizamos tudo para o Cinema ao Ar Livre, excepto o N/ compromisso em realizar sempre um bom trabalho com uma qualidade que todos possam ver, ouvir e sentir. Para que quem decide, é importante que seja capaz de possuir alguns instrumentos de análise que lhe permita ler com sentido crítico para além dos “custos”, porque “nem tudo o que parece é igual”!

Assim, saiba que:

1 - Os equipamentos de reprodução de imagem e som de potências normalmente aceitáveis para interiores, precisam de ser idealmente 2 a 3 vezes mais potentes no exterior para uma igual audiência média.
1ª conclusão: Os equipamentos de Cinema ao Ar Livre, são mais potentes, logo, mais caros;

2 - Enquanto em interiores, os canais de som são normalmente amplificados de forma passiva. Os mesmos equipamentos no Cinema ao Ar Livre, são de amplificação activa, seja bi-amplificação ou tri-amplificação. Por este motivo, o número de amplificadores é o dobro ou triplo dos usados em salas fechadas comuns.
2ª conclusão: O sistema de reprodução de som é mais complexo e dispendioso, garantindo uma reprodução de alta-fidelidade e de largo espectro sonoro, logo, são mais caros;

3 - Todos os cinemas/multiplexes convencionais em Portugal, estão equipados com projectores de Digital Cinema de 2K. No entanto, o Cinema ao Ar Livre utiliza os mais recentes, poderosos e versáteis projectores de Digital Cinema de 4K (4 vezes maior resolução que os de 2K).
3ª conclusão: O sistema de projecção é mais complexo e dispendioso, garantindo uma exibição de alta qualidade cinematográfica, logo, são mais caros;

4 - Os ecrãs de cinema médios-normais em interiores quando aplicados no exterior (ao ar livre), são percepcionados como “pequenos”, por isso, é desejável que os ecrãs sejam significativamente de maiores dimensões ao ar livre.
4ª conclusão: Os ecrãs de Cinema ao Ar Livre são necessariamente de maiores dimensões para algo semelhante, logo, mais caros;

5 - Os ecrãs de Cinema ao Ar Livre são diferentes dos instalados nos cinemas/multiplexes convencionais, porque este têm que resistir a elevadas pressões de ar quando expostos ao ar livre, assim como suportar grandes diferenças de temperatura e desgaste acelerado com montagens/desmontagens diárias. Além de terem que ser super-resistentes, ainda devem ter óptimas propriedades ópticas e fazerem blackout a luzes traseiras, não permitindo a passagem de qualquer luz ou imagem em nenhum sentido.
5ª conclusão: Os ecrãs de Cinema ao Ar Livre são necessariamente especiais, logo, mais caros;

6 - Enquanto os cinemas têm lotação máxima fixa, o Cinema ao Ar Livre é variável, isto é, é um ambiente mais descontraído pelo que “cabe sempre mais um”! Por este motivo, as sessões de Cinema ao Ar Livre têm normalmente o triplo dos espectadores esperados pela Organização! Tudo deve ser dimensionado, como uma solução para maior audiência, ou seja, apta a responder bem a audiências maiores sem perda de uma boa resposta geral.
6ª conclusão: Todos os equipamentos de Cinema ao Ar Livre devem estar aptos a altas respostas sem degradação da qualidade para responder plenamente ao êxito do Cinema ao Ar Livre, logo, são mais caros.

Em suma, o Cinema ao Ar Livre é uma actividade exigente e especializada, diferente dos restantes cinemas convencionais. Só desta maneira é possível apresentar sempre uma elevada qualidade cinematográfica – qualidade essa que pelas N/ mãos, o público vê, ouve e sente.

Assim, se compreende que quem apresenta custos injustificadamente/anormalmente baixos (dumping comercial e técnico), deve ser liminarmente preterido, porque se está aproveitar da ignorância do Cliente/Promotor/Organizador. As soluções técnicas e respectivos equipamentos devem ser profissionais, certificados e bem dimensionados (em características e quantitativamente), porque, subdimensionar equipamentos afecta sempre negativamente todos os resultados, retirando espectacularidade ao cinema, isto é, perdendo espectadores e frustrando todos envolvidos. As consequências imediatas, são:

a)
A fraca imagem e pouco iluminada - cansa mais a vista e é mais difícil de acompanhar o desenrolar do filme, distorcendo a forma de ver o filme, sobretudo em cenas nocturnas;

b)
O fraco som - menor vivacidade sonora e compreensão das palavras. Deturpa a componente sonora, tornando o filme mais difícil de seguir e sem emotividade. Muito importante nos dias-de-hoje quando o som é multicanais e envolvente, e, vale por 50% do filme;

c)
O pequeno ecrã e pequena armação de suporte - faz com que metade dos espectadores vejam uma pequena imagem, logo TODOS OS FILMES perdem impacto e faz com que as legendas sejam mais difíceis de seguir pelos espectadores mais afastados do ecrã.

Estes (e outros) pontos negativos destroem todo e qualquer bom filme, levando à inevitável perda de espectadores em todas as sessões. Fazendo perigar a imagem da iniciativa, perante os espectadores exigentes e conhecedores do “verdadeiro” Cinema ao Ar Livre. Por outras palavras, o Cinema ao Ar Livre profissional não está ao alcance de todos, nem faz de alguém com “um projector” imediatamente um “projecionista” apto a realizar Cinema ao Ar Livre de qualidade. Como profissionais e especialistas em Cinema, Vídeo e Multimédia não podemos aceitar a ascensão da mediocridade baseada em serviços de má qualidade geral e a qualquer preço, facto que responsabiliza gravemente todos os que contratam estes prestadores-à-força-de-cinema-ao-ar-livre e transforma todos os espectadores em supostos seres invisuais, surdos e infantis!...

Resumidamente:

  • Pequenos equipamentos = (baixo preço =) fraco espectáculo. Solução a rejeitar, porque o “barato sai caro” e ninguém ganha nada com a hipotética economia;


  • Grandes equipamentos e profissionais = (preço justo =) grande espectáculo. Solução imbatível e desejada por todos!

LEMBRE-SE:
Antes de firmar contrato com qualquer empresa, peça sempre que se identifique legalmente e exiba certidões válidas (emitidas à menos de 6 meses), quer pela Autoridade Tributária e Aduaneira, quer pela Segurança Social, em como possuem a situação tributária e contributiva regularizadas – não aceite “ilegais” por preço nenhum!

 
SOLUÇÕES INTEGRAIS DE CINEMA AO AR LIVRE DESDE 1996.
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